sexta-feira, 31 de julho de 2020

Ametista – Plectranthus saccatus



Nome Científico: Plectranthus saccatus

Nomes Populares: Ametista, Planta-ametista

Família: Lamiaceae

Categoria: Flores, Flores Perenes

Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Tropical

Origem: África, África do Sul

Altura: 0.4 a 0.6 metros

 Luminosidade: Luz Filtrada, Meia Sombra

 Ciclo de Vida: Perene

Pense em uma planta de delicadas flores arroxeadas, que floresce ao longo do ano todo, não necessita de sol pleno e ainda é campeã de rusticidade. Assim é a ametista, uma planta herbácea e muito florífera, nativa da África do Sul, que tem entusiasmado jardineiros por sua qualidades como ornamental. O nome do gênero “Plectranthus” é originária do grego, da união das palavras “plektron” – esporão, e “anthos” – flor, em alusão ao aspecto de esporão de suas flores. Semelhante à planta-dólar (Plectranthus nummularius), ela é da família Lamiaceae, a mesma família da hortelã e do manjericão. A ametista tem hábito ereto a prostrado, atingindo cerca de 60 cm de altura. Suas folhas são de cor verde clara ou escura, de acordo com a cultivar. Elas são arredondadas a elípticas, aromáticas, com margens denteadas, venações bem marcadas e recobertas por finos pelos glandulares. A página superior (face adaxial) das folhas é verde, enquanto que a página inferior (abaxial) é arroxeada. Floresce o ano todo, despontando inflorescências eretas acima da folhagem, com delicadas flores liláses, arroxeadas ou brancas, pontilhadas de lilás, em forma de funil, que lembram as flores do Jacarandá (Jacaranda mimosaefolia). Suas flores são atrativas para beija-flores e borboletas.

No jardim, a ametista oferece lindo maciços e bordaduras à meia sombra, ou protegida sob a copa de árvores e outras estruturas. Fica perfeita também em composições com outras flores, em especial plantas com flores brancas, roxas, amarelas ou alaranjadas. A folhagem arroxeada é valorizada em contraste com espécies de folhas variegadas, como a hortelã-variegada, o liríope ou clorofito. Pode ser cultivada em vasos e jardineiras, e assim adornar varandas e pátios ou mesmo posições bem iluminadas dentro de casa. Por ser resistente ao vento, torna-se uma opção interessante para cultivar em apartamentos, enfeitando sacadas e terraços, desde que protegida do sol forte.

               Deve ser cultivada sob meia sombra ou luz filtrada, em solo drenável, leve e rico em matéria orgânica, mantido úmido, sem encharcar. Aprecia o clima ameno e tolera o frio e os ventos, desde que esteja resguardada das geadas. Em clima subtropical, ela tolera o sol pleno. Fertilize quinzenalmente com NPK solúvel próprio para floração, e enriqueça os canteiros com matéria orgânica a cada 3 meses. Embora seja tolerante a curtos períodos de estiagem, evite que o solo seque completamente entre as regas, efetuando uma irrigação suplementar quando possível. Ao plantar em vasos, prepare o substrato misturando partes iguais de areia, terra comum e composto orgânico de boa qualidade. Em locais com inverno rigoroso é conveniente levar as plantas para dentro de casa, onde se beneficiarão da proteção e abrigo e podem sobreviver próximo a um janela bem iluminada. Mesmo sendo perene, com o tempo a planta perde a beleza, exigindo inicialmente uma poda de renovação da folhagem. Apesar do rebrote e novo florescimento, após essa renovação, o replantio com novas mudas se fará necessário. Multiplica-se facilmente por divisão da ramagem enraizada, por mergulhia e por estacas dos ramos.

 


Aeranthes arachnites



Nome Científico: Aeranthes arachnites

 Sinonímia: Dendrobium arachnites Thouars 1822

Nomes Populares: Aeranthes arachnites,

Família: Orchidaceae

Categoria: Flores, Orquídeas

Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical

Origem: África, Ilha da Reunião, Madagascar

Altura: 0.1 a 0.3 metros, 0.3 a 0.4 metros

 Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra

Ciclo de Vida: Perene

A Aeranthes arachnites Lindley, 1924 é uma orquídea monopodial, nativa das Ilhas de Madagascar e Reunião. Ela se comporta geralmente como epífita, crescendo sobre os ramos das árvores, mas às vezes pode ser encontrada vegetando em rochas (rupícola). Ocorre em matas desde o nível do mar até altitudes de 800 metros, e vegeta em clima subtropical úmido com temperaturas altas nos verões. O nome do gênero “Aeranthes” deriva da palavra latina “Aeria“, que significa aérea, juntamente com a palavra grega anthos, que é uma referência a flor, significando assim ‘flor aérea’, uma alusão ao hábito de crescer nas porções mais altas da floresta. Já o nome da espécie “arachnites“, deriva do grego aráchnē, que significa aranha, remetendo ao formato da flor.

  Esta orquídea exótica e curiosa se assemelha às do gênero Angraecum, no que diz respeito ao crescimento monopodial. Ela floresce do início do verão até meados do outono e cada flor dura cerca de duas semanas. As flores são amarelo esverdeadas e perfumadas, com as pétalas, sépalas e até mesmo o labelo afilados nas pontas. Elas se abrem em sequência na mesma haste até o final do período de floração e mesmo em anos posteriores, por isso a haste não deve ser cortada a menos que seque. Além disso, podem surgir keikis (mudas aéreas) na haste floral enquanto esta permanece viva, sendo uma forma importante de reprodução em orquídeas monopodiais. Depois que as mudas estiverem com o sistema radicular bem desenvolvido, podem ser separadas da planta mãe e transplantadas para um vaso com musgo esfagno.

               Deve ser cultivada com sombreamento de 50%, preferindo temperaturas entre 18 a 26°C, umidade relativa do ar entre 70 a 80% e ventilação moderada. O substrato pode ser composto de pedra brita ou musgo esfagno. Assim como podemos utilizar uma mescla de ambos. A escolha dependerá do regime de regas a ser adotado. A brita exigirá regas mais frequentes e abundantes, já o esfagno pede regas menos intensas e mais espaçadas, uma vez que possui boa capacidade de reter a umidade. Via de regra, o substrato deve secar completamente entre uma rega e outra. Já o entorno pode receber uma névoa fina durante o ano todo, pois aprecia alta umidade ambiental. Sugere-se realizar uma adubação foliar semanal com uma solução de 2gramas (1 colher de café) de adubo NPK Peter’s 20-20-20 para cada litro de água. A adubação foliar pode ser diária se essa quantidade de adubo for dividida por sete para cada litro de água, contudo se deve ter disciplina na aplicação. Se algum dia a aplicação for esquecida, não se deve aplicar em dobro no dia seguinte sob pena de salinização da planta. Como complemento realize adubação orgânica do substrato uma vez por mês, aplicando uma colher de café de adubo tipo AOSP (Viagra das Plantas), polvilhando sobre a superfície. Multiplica-se por separação dos keikis e por semeadura.

 


Almecegueira, Breu branco - Protium heptaphyllum



Onde é encontrada: Encontrada com pouca freqüência na região, em geral em áreas mais úmidas.

Características: Árvore de médio porte, 10 a 15 metros de altura. O fruto se abre expondo uma unica semante envolta em arilo branco comestivel, levemente ácido, que atrai a fauna.

Utilidades: Muito bonita quando frutifica, atrativa a fauna.Tem propriedades medicinais, e sua resina é aromática, usada em perfumes.

Época de floração e frutificação: Floresce em Setembro. Frutifica em Dezembro.


Açoita cavalo - Luehea divaricata



Onde é encontrada: Encontrada com frequência em toda a região, tanto nas matas como em campo aberto.

Características: Árvore pioneira de baixo a médio porte, 8 a 10 metros de altura, bastante rústica. Folhas trinervadas, duras e ásperas, de onde deriva seu nome. Flores vistosas, com tons de amarelo a rosa. Fruto que se abre expondo inúmeras sementes aladas, de fácil germinação.

Utilidades: Pioneira, própria para revegetação. Melífera.

Época de floração e frutificação: Floresce em Outubro, frutifica em Janeiro.


Acá ferro



Onde é encontrada: Encontrada com freqüência em toda a região, normalmente no meio da mata.

Características: Árvore de baixo a médio porte, porte esguio, tronco reto de madeira dura, muito procurado para cabo de ferramentas. Folhas simples, agrupadas na extremidade do ramo, 20-25 cm. Flores diretamente do tronco, minúsculas, brancas. Fruto redondo, amarelo, 5 a 7 cm diâmetro, comestível, muito procurado por pássaros e macacos.Pode ser apreciado pelo homem, mas sua casca áspera e pouca quantidade de polpa atrapalham. Semente marrom com lista amarela, 3 cm, uma semente por fruto.Germina bem, mas não se adapta bem em outros ecossistemas.

Até o momento não foi possível definir qual é esta espécie, já pensei ser Pouteria torta, depois Pouteria durlandii, agora está como ssp1, sendo que existe outra pouteria nativa tambem não identificada, que chamei de Pouteria spp2.

Utilidades: Comestível. Atrativa a fauna. Aproveitamento da madeira.

Época de floração e frutificação: Floresce em Outubro, frutifica em Janeiro.


Abiu do mato



Onde é encontrada: Encontrada com muita dificuldade na a região, com a dificuldade de que frutifica com pouca frequência, a cada 3 ou 4 anos.

Características: Árvore de médio a grande porte, 10 a 20 metros. Folhas simples, com 16 a 18 cm, ponta mais larga que a base. Flores diretamente do tronco. Fruto redondo, amarelo, 6 a 7 cm diâmetro, casca firme e lisa. Contem em média 5 sementes, envoltas em arilo comestível. Devido a abundante presença de látex, recomenda-se provar o fruto algum tempo após colhido. Semente marrom com lista amarela, 2 a 3 cm.

Trata-se de mesma espécie que ainda não foi possível definir, muito parecida do Abiu comercializado e plantado em quintais, mas esta é uma genuinamente nativa da Floresta Atlântica. O Abiu (Pouteria caimito) foi trabalhada pelos fruticultores para obter variações mais saborosas, com mais polpa e menos latéx, algumas oblongadas ou com uma ponta. A especie nesta página tem muito latex, casca mais grossa, a polpa é de cor puxando para creme, menos espessa, semente mais redonda. Estou chamando de spp2 porque existe outra pouteria nativa da região também sem precisão de qual seja que chamo de Pouteria spp1.


Anúbis - O Embalsamador Divino



Anúbis era um deus com cabeça de chacal e corpo de homem, responsável pelo reino dos mortos antes do assassinato de Osíris. Esse deus era conhecido por mumificar os mortos e orientar suas almas para a vida após a morte. Também era o guardião dos cemitérios e das múmias.

Anúbis era descendente de Rá e Néftis, e era representado com um tom de pele preto, simbolizando os depósitos escuros do Nilo, que garantiam o sucesso do cultivo no Egito. O preto também faz referência à cor que o corpo adquire no processo de mumificação.

Segundo a lenda, foi Anúbis o responsável por realizar a mumificação de Osíris, tornando-se o primeiro embalsamador.


Ámon - O Oculto



Padroeiro da cidade de Tebas, Ámon era um dos deuses mais populares e poderosos do Egito. Era geralmente representado em uma forma humana, mas após o período conhecido como Novo Império (que se encerra no século XI a.C.) passou a ser retratado com cabeça de carneiro, simbolizando a fertilidade. Ámon significa "O Invisível", "O Oculto" ou "O Obscuro".

Ámon era o deus do ar e do Sol. Fazia parte da “Tríade Tebana”, junto com Mut e seu descendente Khonsu, o deus da lua. Como muitos outros antigos deuses egípcios que foram assimilados com suas versões regionais, Ámon foi fundido com Rá, tornando-se Ámon-Ra.


Ammit - A Deusa Devoradora de Almas



Ficou com medo da imagem de Ammit? Não é para menos: sua figura realmente não é das mais simpáticas. Como se não se bastasse a cabeça de crocodilo, da cintura para baixo ela é um hipopótamo e da cintura para cima um leopardo. Que mistura, hein?

Já dissemos logo acima, quando falamos da deusa da verdade Maat, que Ammit era, segundo a mitologia egípcia, uma divindade devoradora. Ela ficava no Salão da Justiça, sob a balança de Maat, só esperando as ordens para comer os corações daquelas almas que, em vida, haviam cometido atos indignos.


Amaterasu - A deusa do Sol e do universo



Amaterasu é a deusa do Sol e do universo, e é considerada por muitos a mais importante dos deuses xintoístas. O imperador é considerado como descendente direto de Amaterasu, e isso foi muito enfatizado durante o período do Xintoísmo do Estado, de 1868 a 1945, quando o xintoísmo funcionava como uma organização governamental.

Amaterasu é responsável por trazer luz ao mundo e pela fertilidade, e seu santuário em Ise é o mais importante do Japão.


Agyo e Ungyo - Os guardiões de Buda



Agyo e Ungyo são os temíveis guardiões de Buda que frequentemente ficam na entrada dos templos japoneses.

Agyo é um símbolo da violência. Ele sempre é representado mostrando os dentes, segurando uma arma ou de punhos cerrados. Já o Ungyo é um símbolo de força. Sua boca está sempre fechada e geralmente ele mostra suas mãos vazias como um gesto de confiança.