quinta-feira, 15 de abril de 2021
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
Armau, Abotoado, Armado, Cuiu-cuiu
Família:Doradidae : Família de peixes cipriniformes,
siluriformes, que reúne pequenos bagres dos rios da América do Sul.
Descrição:A principal característica da família é a presença
de uma fileira de placas ósseas dotadas de um espinho recurvo, protegendo o seu
corpo. algumas espécies no entanto não apresentam os espinhos. Na família
encontramos espécimes que vão de 3 a 4Cm até 1 metro de comprimento.( Oxydoras
niger, Cuiu-Cuiu), o maior Doradidae da Amazônia. No Pantanal (bacia do Prata)
ocorre o Oxydoras kneri, um pouco menor, com cerca de 70cm. O gênero Oxydoras
se distingue pela coloração cinza escuro uniforme, cabeça estreita, focinho
longo, boca inferior, olhos grandes e presença de barbilhões curtos.Onívoros
por excelência, sua boca inferior e sem dentes e o focinho longo servem para
conseguir os alimentos: larvas de insetos e outros invertebrados, inclusive
camarões e moluscos, que vivem em meio aos detritos do fundo de rios e lagos.
Onde é Encontrado:Bacias Amazônica e do Prata.
Equipamentos:Do tipo médio/médio pesado; linhas de 20 a 30
lb.; anzóis de n° 2/0 a 6/0; linha de fundo com chumbo oliva.
Apapá, Apapá Amarelo, Sardinhão, Dourada, Herring
Acará-açu, Apaiari, Oscar
domingo, 10 de janeiro de 2021
Mergulhão-caçador
único representante vivo do gênero Podilymbus.
Seu alimento se resume em peixes pequenos, cobras aquáticas, crustáceos
e anfíbios.
Vive em lagos e lagoas com vegetação aquática flutuante. Ao caçar mergu-
lha demoradamente podendo ficar mais de 40 segundos submerso.
Quiriquiri
Quero-quero
Como é: Mede cerca de 37 cm – É inconfundível pelo topete
nucal, e pela base da cauda branca.
Possui também um esporão pontudo, no encontro das asas, que
é exibido a rivais ou inimigos com
um alçar de asa ou durante o vôo.
Seu habitat: Costuma viver em banhados e pastagens; é visto
freqüentemente longe d’água. Vive em
todo o Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul.
O que come: Invertebrados aquáticos e peixinhos que encontra
na lama. Também se alimenta de
artrópodes e moluscos terrestres.
Rolinha-roxa / Caldo-de-feijão
Como é:
marrom-avermelhadas, cor dominante no corpo do adulto, em
contraste com a cabeça cinza azulada.
A fêmea é toda parda. Nos dois sexos, sobre a asa, há uma
série de pontos negros nas penas.
Seu habitat: Vive em qualquer paisagem aberta, cafezais,
entre outros. Adapta-se muito bem aos
ambientes artificiais criados pela ação humana. Ocorre em
todo o Brasil, porém raramente vista em
áreas densamente florestadas da Amazônia.
O que come: Alimenta-se de grãos encontrados no chão.
Curiosidade: É historicamente uma das primeiras espécies brasileira
s a se adaptar ao meio urbano
Saíra-militar (Tangara cyanocephala)
Saíra-militar (Tangara cyanocephala)Saíra-militar (Tangara
cyanocephala)
Nome científico:
Tangara cyanocephala
Características:
Apresenta a evidente faixa vermelho vivo ao redor do pescoço
e coroa azul metálico no alto da cabeça. Nas fêmeas a faixa vermelha é mais
apagada, tendendo à tonalidade canela. Corpo em tonalidade verde uniforme, com
dorso negro e faixa amarela sobre as penas verdes das asas. As aves das
populações do Sul do Brasil, tendem a apresentar tamanho corporal acima da
média de 11 cm. Por sua vez, as saíras-militares do Nordeste são menores,
abaixo da média padrão.
Alimentação:
Frutinhas, insetos, larvas e nectar/pólem de flores.
Frequentam pomares. Comumente são vistas alimentando-se em pequenos arbustos e
até mesmo sobre vegetação rasteira.
Reprodução:
Normalmente de setembro a dezembro. Ninhos em formato de
taça com 3 ovos, geralmente feito em bromélias e emaranhados de epífitas, à
média e elevada altura. Macho e fêmea cuidam dos filhotes.
Distribuição Geográfica:
Ocorre no Sudeste e Sul do Brasil, com populações isoladas de raças geográficas no Nordeste brasileiro (PE, AL e CE).
Mãe-da-lua (Nyctibius griseus)
Nome científico: Nyctibius griseus.
Características:
Mede cerca de 37 centímetros de comprimento, 80 centímetros
de envergadura e pesa entre 160 e 200 gramas (macho). De cor cinza ou marrom
mesclando vários tons destas cores com o branco e o preto (rajado, no popular).
Possui uma adaptação única em aves, chamada de “olho mágico”. São duas fendas
na pálpebra superior, as quais permitem que fique imóvel por longos períodos,
observando os arredores, mesmo de olhos fechados.
Ave repleta de lendas e mitos.
Alimentação:
Mãe-da-lua com filhote - Foto de Evandro A. Pereira
Alimenta-se de insetos noturnos, em especial de grandes
mariposas, cupins e besouros, os quais caça em voo.
Reprodução:
Põe um ovo, em cavidades de tocos ou galhos, a poucos metros
acima do solo, incubando-o por cerca de 33 dias. O filhote permanece no ninho
em torno de 7 semanas.
Hábitos:
Comum em bordas de florestas, campos com árvores e cerrados.
Ainda que tenha o hábito de pousar em locais abertos, permanece disfarçado,
sendo facilmente confundido com um galho. Tem o hábito de cantar a noite.
Distribuição:
Presente localmente em todo o Brasil, inclusive na periferia
de cidades como o Rio de Janeiro. Encontrado também da Costa Rica à Bolívia,
Argentina e Uruguai.
Saíra-sapucaia – Tangara peruviana
Nome científico: Tangara peruviana (Desmarest, 1806)
Tamanho: 15 cm.
Alimentação: Alimenta-se principalmente de frutos, mas
também insetos e aranhas.
Reprodução: Tem em média 2 ninhadas por estação com 3 ovos
cada.
Habitat: É habitante das restingas, de matas primárias e
secundárias da Mata Atlântica.
Distribuição Geográfica: Presente nos estados de Espírito
Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
(BirdLife International 2000).
É espécie endêmica da Mata Atlântica, tem uma extensão de
ocorrência estimada de 75722 km2, e tem como centróide de sua distribuição
23º58’S, 46º05’W (Cordeiro 2001). No limite norte de sua distribuição (RJ)
ocorrem deslocamentos sazonais, sua chegada coincidindo com a frutificação da
aroeira, Schinus. Em São Paulo é mais comum nos meses frios e neste período
registros ocasionais foram feitos mais para o interior. No ES todos os
registros foram feitos no inverno austral (BirdLife International 2000). A
altitude média de seus pontos de ocorrência foi estimada em 204 m (Cordeiro 2001).
Estado de Conservação: VULNERÁVEL
Bonito-do-piri – Tachuris rubrigastra
Conhecido também como Papa-piri.
Nome científico: Tachuris riubrigastra.
Tamanho: 11 cm.
Alimentação: Alimenta-se de insetos conseguidos nos ramos de
taboas ou na vegetação flutuante.
Reprodução: Constroem seus ninhos “costurados” em duas ou
mais folhas da vegetação. Utiliza folhas de junco molhadas na construção do
ninho.
Habitat: É localmente comum em brejos, taboais e juncais
altos. Voa com freqüência à pouca altura, entre moitas de vegetação, e pousa em
locais abertos, quando torna-se bastante visível.
Distribuição Geográfica: Presente nos estados do Rio Grande do
Sul, Santa Catarina e Paraná (região dos lagos/litoral). Encontrado também no
Peru, Bolívia, Chile, Argentina, Paraguai e Uruguai.
Estado de Conservação: Pouco preocupante.
sábado, 9 de janeiro de 2021
Abelha jatai
Louva deus 07
|
Louva deus 06
|
Louva deus 05
Louva deus 04
|































